<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053</id><updated>2011-04-21T22:42:34.210-03:00</updated><title type='text'>Epyphanias</title><subtitle type='html'>Epifania é uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo. A "epifania" é utilizada para designar um pensamento inspirado e iluminante, que parece ser divino em natureza. No sentido literário, a "epifania" é um momento privilegiado de revelação, quando acontece um evento ou incidente que "ilumina" a vida da personagem.
E é exatamente esse o meu momento. Bem-vindos ao Epyphanias!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-3277329620030355488</id><published>2008-08-11T21:01:00.003-03:00</published><updated>2008-08-11T21:03:59.783-03:00</updated><title type='text'>PAI</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000000;"&gt;Quando ele partiu meu mundo partiu ao meio. Não acreditei na voz que me dava a notícia do outro lado da linha. A voz também não acreditava que estava dando aquela notícia. O telefone caiu das minhas mãos. A dor era tamanha que eu tive que me dobrar ao meio para poder suportá-la. Já há muito tempo havia aprendido a viver com a sua ausência, mas nunca me preparei para o “nunca mais”. A distância física era suportável. A distância da vida era tolerável. A proximidade das semelhanças às vezes era boa, às vezes doía. Mas não como a dor da separação física. Demorou muito para a dor parar de doer daquela maneira. E hoje, às vezes sinto ele bem perto da gente. Noutras vezes ele está bem longe, de cara amarrada, amuado e triste. Sem querer saber de nós...Mas essa sensação não é novidade para mim. Mesmo assim não deixo de amá-lo como sempre o amei, com todos os seus defeitos e virtudes. Um dia a gente vai se reencontrar. Isso é só uma questão de tempo. E a equação tempo X espaço é apenas uma linha tênue de freqüência da vida. Um tilintar de energia cósmica neste vasto universo que reúne ou reparte as partes da gente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-3277329620030355488?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/3277329620030355488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=3277329620030355488' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3277329620030355488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3277329620030355488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/08/pai.html' title='PAI'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-8522332344025152865</id><published>2008-07-22T00:02:00.007-03:00</published><updated>2008-08-11T21:01:39.401-03:00</updated><title type='text'>Severino</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SIVOxflzOaI/AAAAAAAAAKk/8s08ZhNaxLg/s1600-h/cafezal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225669554833930658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SIVOxflzOaI/AAAAAAAAAKk/8s08ZhNaxLg/s200/cafezal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#663300;"&gt;Quando cheguei, a esperança encobria o cinza da cidade grande. Desci do ônibus e já na rodoviária me embriagava com o cheiro da pele das gentes que iam e viam sem parar se espremendo pelos ônibus e nos trens. Nesse ir e vir consegui trabalho na construção civil, erguendo os edifícios que são a cara dessa cidade. Na hora do almoço, sentado em uma viga no décimo quinto andar de mais um arranha-céu, costumava olhar a vista de São Paulo lá do alto enquanto devorava minha marmita de arroz frio e ovo mole. De semana em semana ligava para a Maria para saber da molecada e contar a experiência na cidade grande. A cada ligação avisava quanto de dinheiro estava enviando e prometia um dia mandar buscar toda a família. Mas o cinza da cidade foi tomando conta do verde da esperança. Da cobertura dos novos edifícios não conseguia mais enxergar a promessa de vida digna na cidade grande. A cada mês que passava era engolido pelo pó da solidão e da indiferença. À noite dormia para esquecer da fome. De dia bebia para agüentar a lida. Cada tijolo que assentava era uma parte do meu castelo de areia que desmoronava. As ligações para Maria foram diminuindo pouco a pouco enquanto as visitas à Casa da Irene aumentavam. Nos finais de tarde me embaraçava nos braços e pernas das prostitutas da Rua Aurora. Nessas horas lembrava de quando me deitava com a Maria pelos cafezais e nas nossas aventuras pelos canaviais. Foi na colheita do algodão que fizemos do Deusiné. Na da soja a Irene e na colheita da laranja a Ritinha. Teve também o Zequinha, mas esse acabou morrendo logo depois do nascimento. Mas quando a excitação acabava abria os olhos e só via a Iris, morena gostosa da coxa grossa com cheiro de flor do mato. Acho que era seu bafo de café que me levava de volta aos cafezais e aos braços da minha Maria. Depois me entregava a velha branquinha. Bebia até cair. Mas no dia seguinte, sempre na mesma hora, voltava à construção da cidade grande e erguia mais uma parede, instalava mais uma janela e mais uma dúzia de portas, das tantas outras que já foram fechadas ou batidas na minha cara desde que cheguei aqui, na terra das oportunidades. Terra das cinzas dos meus sonhos de retirante da seca do nordeste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-8522332344025152865?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/8522332344025152865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=8522332344025152865' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8522332344025152865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8522332344025152865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/07/severino.html' title='Severino'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SIVOxflzOaI/AAAAAAAAAKk/8s08ZhNaxLg/s72-c/cafezal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-8856505609307116268</id><published>2008-07-16T20:33:00.009-03:00</published><updated>2008-07-22T00:13:44.676-03:00</updated><title type='text'>O retorno</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SH6GKiEvZqI/AAAAAAAAAJ0/2WZHG_gN6mc/s1600-h/Corumbau.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223760133299857058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SH6GKiEvZqI/AAAAAAAAAJ0/2WZHG_gN6mc/s400/Corumbau.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SH6F6_5PUII/AAAAAAAAAJs/f92rdAK8ybc/s1600-h/corumbau100peq.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#3366ff;"&gt;Último dia de férias... Difícil sair da &lt;strong&gt;piscina&lt;/strong&gt; e pensar que amanhã, na mesma hora, terei de &lt;strong&gt;voltar&lt;/strong&gt; ao trabalho. Bom, melhor deixar amanhã para amanhã. Melhor manter o clima de &lt;strong&gt;harmonia&lt;/strong&gt; do momento. Essas férias foram um &lt;strong&gt;sucesso&lt;/strong&gt;. Repleta de lazer, prazer, e, porque não dizer, de muita &lt;strong&gt;sacanagem&lt;/strong&gt;. Quem dera houvesse um &lt;strong&gt;biotônico&lt;/strong&gt; com esse mesmo poder... Olhando daqui do deque desse paraíso o mundo comum fica tão distante que seria preciso um &lt;strong&gt;telescópio&lt;/strong&gt; para enxergar os &lt;strong&gt;crocodilos&lt;/strong&gt; do mundo corporativo. Será que algo mudou? Duvido. Mas a &lt;strong&gt;interrogação&lt;/strong&gt; não me larga, tal qual esperança no coração da gente. Vai entender o ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;(Mais um jogo. Agora com nove palavras: piscina, voltar, harmonia, sucesso, biotônico, sacanagem, telescópio, crocodilos, interrogação.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-8856505609307116268?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/8856505609307116268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=8856505609307116268' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8856505609307116268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8856505609307116268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/07/o-retorno.html' title='O retorno'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SH6GKiEvZqI/AAAAAAAAAJ0/2WZHG_gN6mc/s72-c/Corumbau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-999305801183140895</id><published>2008-07-12T17:02:00.006-03:00</published><updated>2008-07-12T17:17:59.125-03:00</updated><title type='text'>Solidão</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHkRM5eH95I/AAAAAAAAAI8/ZAfqGxWaW_A/s1600-h/gato+na+janela+vendo+a+neve.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222224156196075410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHkRM5eH95I/AAAAAAAAAI8/ZAfqGxWaW_A/s200/gato+na+janela+vendo+a+neve.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#663300;"&gt;O texto a seguir é resultado do Jogo das 12 Palavras proposto pelo poeta-colega-talento Júlio Carvalho para a nossa Oficina de Inverno desta semana. Foi um desafio e tanto! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#663300;"&gt;As 12 palavras não poderiam ser repetidas e deveriam aparecer na seqüência de um conto curto, sendo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#663300;"&gt;elas: 1.abruptamente, 2.vozes, 3. sereno, 4.verdade, 5.rosas, 6. suspiro, 7.manhã, 8.angústia, 9.zodíaco, 10. intenso, 11.estampido e 12.atípico. Vejam só como ficou:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Laura é arrancada &lt;strong&gt;abruptamente&lt;/strong&gt; de seus devaneios por um som de &lt;strong&gt;vozes&lt;/strong&gt;. Dispara rumo à entrada da casa com o coração acelerado. Sem pensar em nada, abre a porta. Ofegante, só vê o &lt;strong&gt;sereno&lt;/strong&gt; acariciando as flores do jardim, iluminadas pela lua cheia. Teria sido &lt;strong&gt;verdade&lt;/strong&gt; ou apenas um delírio do seu ansioso coração? Baixa os olhos em profundo desespero quando é surpreendida pela visão reconfortante de um ramalhete de &lt;strong&gt;rosas&lt;/strong&gt; apoiado sobre o capacho. Dá um &lt;strong&gt;suspiro&lt;/strong&gt; profundo de alívio e saltitante retorna porta adentro. Remexe o embrulho e encontra apenas um pequeno livro de poesias. Derruba-se na poltrona ao lado da janela, deixando-se embalar pelo ritmo dos versos. Um raio de sol lhe arranca novamente do mundo especial, acariciando seu rosto como se a consolasse pela espera. É o prenúncio de uma nova &lt;strong&gt;manhã&lt;/strong&gt; de solidão e &lt;strong&gt;angústia&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Zodíaco&lt;/strong&gt;, um gato persa cinza de olhos cor de abóbora, salta em seu colo e começa e ronronar, esfregando-se em um pedido &lt;strong&gt;intenso&lt;/strong&gt; por carinho e alimento. Resignada, Laura põe-se em direção à cozinha. Desta vez é surpreendida pelo &lt;strong&gt;estampido&lt;/strong&gt; do escapamento do bom e velho cadillac. Finalmente! Seria um dia &lt;strong&gt;atípico&lt;/strong&gt;. A porta abre. Nada mais importa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-999305801183140895?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/999305801183140895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=999305801183140895' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/999305801183140895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/999305801183140895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/07/solido.html' title='Solidão'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHkRM5eH95I/AAAAAAAAAI8/ZAfqGxWaW_A/s72-c/gato+na+janela+vendo+a+neve.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-7160104993805877358</id><published>2008-07-11T20:33:00.002-03:00</published><updated>2008-07-11T20:41:38.368-03:00</updated><title type='text'>Vale quanto pesa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfvgpsijcI/AAAAAAAAAIc/3UE6-xrn0XM/s1600-h/21-gramas-poster03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221905637186899394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfvgpsijcI/AAAAAAAAAIc/3UE6-xrn0XM/s200/21-gramas-poster03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Esse texto é resultado do exercício passado pelo brilhante-escritor-colega João Cunha nas nossas Oficinas de Inverno. A proposta era redigir um texto de dez linhas a partir do filme &lt;em&gt;21 gramas&lt;/em&gt;. A angústia que senti foi tamanha que acabei caindo no lugar comum. Podem conferir logo abaixo. É puro clichê!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000066;"&gt;Qual é o peso da vida? Depende. As emoções consideradas boas costumam deixar nas pessoas uma sensação de leveza e paz de espírito que tornam o dia-a-dia leve como uma pluma. Quando estamos amando e saudáveis a vida parece não ter peso algum. Os problemas não passam de minúsculos aborrecimentos. Nada o que fazemos no dia-a-dia tem importância suficiente para afetar nosso equilíbrio mental, emocional e físico. Em outras ocasiões, quando o ser humano deixa aflorar o seu lado mais negro e pouco evoluído, demonstrando total desrespeito à vida humana, esse peso sobe exponencialmente, podendo chegar a toneladas. Nessas ocasiões até o ar que o ser humano respira parece pesar muito. Assim como a morte, a doença, a perda de pessoas queridas, as frustrações e decepções pesam tanto quando a força da gravidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-7160104993805877358?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/7160104993805877358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=7160104993805877358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7160104993805877358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7160104993805877358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/07/vale-quanto-pesa.html' title='Vale quanto pesa'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfvgpsijcI/AAAAAAAAAIc/3UE6-xrn0XM/s72-c/21-gramas-poster03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-8906609551920603608</id><published>2008-07-11T20:23:00.004-03:00</published><updated>2008-07-11T20:33:22.924-03:00</updated><title type='text'>Tatuagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfsv0ur5gI/AAAAAAAAAIM/Ef3unlKmE-A/s1600-h/2058971004_d715c1c999.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221902599311844866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfsv0ur5gI/AAAAAAAAAIM/Ef3unlKmE-A/s200/2058971004_d715c1c999.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Esse texto foi redigido a partir da criação de um narrador, conforme exercício proposto pela grande Nanete nas nossas Oficinas de Inverno, que aliás estão sendo DIVINAS!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todo dia ela fazia tudo sempre igual. O mesmo caminho para ir para o trabalho. Inclusive saía e voltava para casa sempre nos mesmos horários. Até que um dia foi vítima de um seqüestro relâmpago. Os bandidos limparam sua carteira e sua conta bancária, além de levarem seu carro e a TV de 42 polegadas que havia sido entregue em sua casa no dia anterior.&lt;br /&gt;Durante algumas semanas ela até que tentou mudar de horários e de caminho, mas a rotina estava tão arraigada na sua personalidade que acabou retomando seus hábitos. Escrava do relógio marcava sempre o mesmo horário com a mesma manicure no mesmo dia da semana. Podologia e depilação de quinze em quinze dias, sempre às quintas. Aos sábados, às 8 horas em ponto estava no salão para retocar as raízes do seu cabelo loiro farmácia.&lt;br /&gt;Nessas rotinas da vida foi passar o feriado prolongado na casa da família, no Guarujá. Marcou encontro na praia de sempre com a velha turma de amigos, dividindo a já conhecida rodada de caipirinha e camarão na barraca do Alemão.&lt;br /&gt;Numa tarde de bobeira na praia, após dar uma longa espreguiçada e arrumar o biquíni, percebeu que era a única da turma que ainda não tinha feito uma tatuagem. Sem hesitar, sacou da bolsa de praia seu smart phone e agendou para segunda após o feriado ligar para aquele estúdio que as amigas haviam recomendado há tempos para ir fazer a tatuagem o mais rápido possível.&lt;br /&gt;A semana seguinte chegou junto com a frente fria, ótimo período para manter escondidinha sua mais recente aquisição. À noite, após horas presa no também habitual congestionamento da capital paulista, parou em frente ao estúdio. A porta abriu com o seu costumeiro sinal sonoro avisando a entrada de um novo cliente. Ela tirou da sua bolsa cara uma pasta pequena, personalizada, de couro legítimo onde guardava um desenho muito colorido e desproporcional. Não dava para definir se era a imagem de uma sereia, borboleta ou da pequena fada Sininho. Chamei o Igor. Ele até que tentou convencê-la que aquela não era a melhor opção para o tamanho de tatuagem que ela queria fazer, mas não teve jeito. Estava muito acostumada a exercer o poder financeiro para fazer valer suas vontades e caprichos. E assim foi mais essa vez.&lt;br /&gt;Algumas horas depois ela saía do estúdio com o tal desenho estampado na nuca, em baixo do seu cabelo loiro liso chapinha. Agora sim, pensou ela, voltei a me sentir parte da turma novamente. E eu ainda lembro quando brincávamos com as crianças da nossa rua de pique e esconde. Ela de aparelho nos dentes e cabelos desgrenhados. Época que, apesar da dureza, ela ainda tinha personalidade própria e não era mais uma dondoca Maria vai com as outras, que assume ser vaquinha de presépio enquanto conta a rotina da sua vida banal em salões de beleza e estúdios de tatuagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;Descrição do narrador do texto acima:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O nome dela é Jéssica. Ela tem 25 anos, cabelos lisos cor de rosa caneta marca texto. Olhos grandes, castanhos amendoados. É do signo de leão. Tem piercing no nariz, na orelha, na boca, na sobrancelha e no umbigo. Já foi gótica e nessa época pintava o cabelo de preto e usava uma maquiagem bem forte. Lápis preto nos olhos, delineador, boca e unhas pintadas de preto. Hoje tem um estilo mais alternativo. Usa meia arrastão, coturno, sandália plataforma ou bota e roupa de brechó.&lt;br /&gt;Seus pais moram em Pirituba. Ela mora sozinha no centro de São Paulo. Na maioria dos dias é bem humorada, menos às segundas.Usa ônibus e trem para ir para o trabalho. É recepcionista de um estúdio de tatuagem nos Jardins. É magra, alta (tem 1,70), fuma um maço de cigarro por dia. Também masca chiclete o dia inteiro ouvindo suas músicas preferidas no seu iPod. Bebe e usa drogas com os amigos. Maconha na maioria das vezes e ecstasy quando vai às raves.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-8906609551920603608?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/8906609551920603608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=8906609551920603608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8906609551920603608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8906609551920603608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/07/tatuagem.html' title='Tatuagem'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHfsv0ur5gI/AAAAAAAAAIM/Ef3unlKmE-A/s72-c/2058971004_d715c1c999.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-7950790909608159140</id><published>2008-06-30T01:25:00.004-03:00</published><updated>2008-06-30T01:36:25.419-03:00</updated><title type='text'>Plágio criativo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#660000;"&gt;Exercício proposto por Gabriel Perissé para encerramento do módulo Desenvolvimento do Estilo Pessoal. Esse texto é uma homenagem à Mario Quintana. Foi inspirado e plagiado do seguinte texto escrito pelo poeta: "Ah, Sim, a Velha Poesia".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Ode (assimétrica) à Palavra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;À Palavra, minha algoz e companheira...&lt;br /&gt;dedico tudo&lt;br /&gt;a que os outros dão importância nenhuma...&lt;br /&gt;a saber:&lt;br /&gt;a dor da saudade&lt;br /&gt;a alegria dos sonhos&lt;br /&gt;a aridez das memórias&lt;br /&gt;a dura realidade&lt;br /&gt;(porque há muitas, muitas realidades...)&lt;br /&gt;a primeira decepção que ainda corrói minha’alma&lt;br /&gt;qual lúgubre tarde de inverno&lt;br /&gt;na solitária fria e úmida deste corpo;&lt;br /&gt;E os ratos?&lt;br /&gt;Não estão ouvindo, escondido nas curvas escuras&lt;br /&gt;das artérias e veias desse cárcere, os ratos?&lt;br /&gt;Sim, os ratos, são eles que me fazem companhia&lt;br /&gt;São guardiões e profetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transbordo no grafite as palavras que ouço deles&lt;br /&gt;menos aquilo que me logrou o destino&lt;br /&gt;causa primária de todas as lágrimas&lt;br /&gt;que não mais rolam sobre essa face&lt;br /&gt;mas...&lt;br /&gt;não há mais raiva&lt;br /&gt;nem rancor&lt;br /&gt;nem mágoa&lt;br /&gt;não há mais dentes a ranger&lt;br /&gt;nem mais nada a declarar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem,&lt;br /&gt;às vezes&lt;br /&gt;de todas as idéias que me transbordam, a Palavra é a única que&lt;br /&gt;parece ainda conseguir revelar aquilo que existe em mim, mas que não sinto mais e que por isso mesmo tem esse gosto morno de luz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-7950790909608159140?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/7950790909608159140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=7950790909608159140' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7950790909608159140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7950790909608159140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/06/plgio-criativo.html' title='Plágio criativo'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-881248225304865256</id><published>2008-06-21T12:41:00.005-03:00</published><updated>2008-06-21T13:29:13.288-03:00</updated><title type='text'>A visão</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SF0jAOE9LqI/AAAAAAAAAIE/P30XM8MTGYI/s1600-h/escritores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214362430250757794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SF0jAOE9LqI/AAAAAAAAAIE/P30XM8MTGYI/s320/escritores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu vi. Estavam lá. E eram muitos. Mas foram chegando aos poucos. À medida que apareciam, reuniam-se em pequenos grupos. Não os escutava. Olhavam para cada um de nós e comentavam. Parecia a mim que cochichavam. Não sei. Às vezes riam. Outras discutiam veementemente. Pelo menos era isso o que lia em suas fisionomias.&lt;br /&gt;Olhei para os escritores ao meu lado, mas ninguém percebera a presença deles. Eu tão pouco comentei a respeito. Era uma noite fria, porém agradável de junho. O céu estava limpo e a lua cheia iluminava a noite. Já se passava das oito e a movimentação na sala um do casarão da ESDC era intensa.&lt;br /&gt;Clarice, Carlos e Mário foram os primeiros a chegar. Ocuparam as carteiras livres, deixadas na frente da sala, logo abaixo do quadro branco, bem de frente para a nossa turma. Minutos depois Manoel e Nelson, solenes, adentraram o recinto. Em seguida foi a vez de Vinícius, Lygia, Guimarães, Ariano, Antonio e Machado.&lt;br /&gt;De repente comecei a ouvir vozes. Pensei que finalmente tinha sido me dada a oportunidade de compartilhar dos comentários deles. Ledo engano. No intervalo nem sai da sala, só para poder observá-los. Também nessa hora não se dirigiram a nós. O intervalo terminou. Gabriel retomou os conceitos de plágio criativo.&lt;br /&gt;Sem notar o que acontecia ao seu redor, toda vez que citava o nome de algum deles Gabriel exaltava o ânimo dos presentes. Ele não percebeu, mas os livros sobre sua mesa passavam de mão em mão. Flutuavam na sala. Ninguém estranhou. Já eles, bem... todos pareciam ávidos por conferir se constavam da lista de mil livros para ler antes de morrer. Tiveram de devolvê-lo subitamente ao perceber que Gabriel nos mostraria a obra. E quando o mesmo derrubou aquele volume imenso no chão todos se assustaram. Nós e eles. Mas esse não era o único sentimento em comum entre os grupos. Pairava no ar a cumplicidade pelo dilema do plágio criativo. Imaginava quantas vezes eles tiveram que enfrentar esse problema, que não é na verdade um problema, mas uma realidade a que todos estamos sujeitos, assim como a lei da gravidade.&lt;br /&gt;Ah se pudéssemos escutá-los. Pareciam ter pontos de vista muito interessantes a respeito do episódio Cony e Coelho. Mais que isso. Pareciam ter informações adicionais ao artigo publicado na Folha no último dia 19 e até mesmo da biografia escrita por Fernando Morais. Ah, se curiosidade matasse...&lt;br /&gt;E a noite transcorreu desta forma. Ao findar a aula, alguns colegas definiam se sairiam ou não para comer alguma coisa e continuar a discussão sobre o tema. Os visitantes da noite partiram da mesma forma como chegaram. Misteriosos, silenciosos, ilustres, sem ser percebidos. Pareciam que também compartilhavam com o grupo o mesmo sentimento de seguir adiante com a discussão sobre o plágio criativo. Tanto é que dali saíram e entraram no casarão ao lado, onde a música, o tilintar de copos, pratos e talheres, assim como a conversa entre judeus transcorria animadamente. Só sei que foi isso que vi. Que noite... Que visão!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-881248225304865256?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/881248225304865256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=881248225304865256' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/881248225304865256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/881248225304865256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/06/viso.html' title='A visão'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SF0jAOE9LqI/AAAAAAAAAIE/P30XM8MTGYI/s72-c/escritores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-7101237066609428485</id><published>2008-06-16T18:36:00.005-03:00</published><updated>2008-06-16T18:48:01.991-03:00</updated><title type='text'>Uma semana sem voz</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#663366;"&gt;Sete dias sem falar com o mundo&lt;br /&gt;Muda, amordaçada,&lt;br /&gt;Sem poder dizer ao outro&lt;br /&gt;aquilo que vibra dentro de mim...&lt;br /&gt;Sem eco, oca, isolada,&lt;br /&gt;Somente o vírus ecoa dentro de mim&lt;br /&gt;Sou espaço delimitado&lt;br /&gt;Sou a disseminação do vírus&lt;br /&gt;Palco da guerra com antibióticos&lt;br /&gt;Prisão domiciliar.&lt;br /&gt;Mera espectadora&lt;br /&gt;Ilha...&lt;br /&gt;Que venha a saúde.&lt;br /&gt;A energia equilibrada.&lt;br /&gt;A forma restabelecida.&lt;br /&gt;A harmonia com a natureza&lt;br /&gt;O diálogo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#663366;"&gt;Enfim, o som!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-7101237066609428485?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/7101237066609428485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=7101237066609428485' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7101237066609428485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7101237066609428485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/06/uma-semana-sem-voz.html' title='Uma semana sem voz'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-6467937541771061112</id><published>2008-05-31T17:57:00.004-03:00</published><updated>2008-05-31T18:01:45.447-03:00</updated><title type='text'>Achados e Perdidos - versão completa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Texto apresentado como trabalho de conclusão do Primeiro Módulo (A Jornada do Herói) da pós em Formação de Escritores.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Depois de algumas horas na fila, com as mãos trêmulas e geladas e o coração batendo descompassado, Débora tenta esconder o suor frio que insiste em rolar pela sua testa e com um fio de voz se dirige à esquálida figura atrás do balcão.&lt;br /&gt;- Moça, perdi minh’alma. Por acaso tem alguma sobrando por ai?&lt;br /&gt;“Cada louco que me aparece por aqui” pensa Isabel. “Ainda bem que é véspera de feriado e o Jackson hoje vai vir me buscar pra me levar bem longe desse inferno.” Dá mais uma tragada profunda na bituca de cigarro presa entre seus dedos com unhas muito compridas, como garras, pintadas de um vermelho quase negro. Solta a baforada e responde à figura quase humana do outro lado do balcão.&lt;br /&gt;- Não meu bem. Nem a sua nem a de mais ninguém.&lt;br /&gt;Débora sai da estação lentamente, claudicante, apoiando-se na parede e lembrando daquela maldita noite. “Onde eu estava com a cabeça”...&lt;br /&gt;Alguns dias atrás, em estado de fúria, Débora clamou a Deus que a matasse, mas que lhe desse a oportunidade da visita aos entes queridos. Afinal, Deus pode fazer tudo o que bem entende na hora que melhor lhe aprouver.&lt;br /&gt;“Não, não pode ser. Isso só pode ser coisa do capeta. Mas isso seria muito clichê. Será que fui eu que me livrei dela como quem se livra de um pedinte na janela do carro em sinal fechado? Será que ela ficou presa no mundo comum? Porque essa história de mundo especial, cliente especial, cheque especial. Tudo isso é uma farsa.”&lt;br /&gt;Completamente em transe, Débora escorrega sem perceber no que, bate a cabeça e cai na calçada. Já está de noite e uma leve garoa começa a cair pela cidade. Os transeuntes não se incomodam com o corpo estendido no chão.&lt;br /&gt;“Essa aí deve estar drogada”, pensa a maioria que por ventura atravessa a rua e se depara com a cena. “Qual seria a razão desse completo abandono do seu próprio eu”, refle um senhor em passos rápidos rumo ao metrô.&lt;br /&gt;Enquanto isso Débora finalmente volta a se sentir como aquela menina que fora outrora. Sente-se leve, livre, quase feliz.&lt;br /&gt;“Será que consegui voltar ao mundo comum? Não consigo abrir os olhos,mas ouço passos. Quem será? Será que resolveram devolver minh’alma? Não consigo me mover. Sinto frio. Será que morri?”&lt;br /&gt;Débora se deixa levar pela sensação inebriante que lhe domina todos os sentidos. Mal sabe ela que do outro lado da rua alguém observa minuciosamente cada um dos seus movimentos ou a fala deles.&lt;br /&gt;- Alô, Vini? É o Rato. Tá com a “besta” na área? Então me encontra agora na Amaral e avisa o Alemão que pintou uma encomenda. De quanto tempo você precisa? Não vai dá não. Você tem cinco minutos. Dá seus pulo mano.&lt;br /&gt;Arrumando a gola da jaqueta de couro, Eduardo dá mais uma tragada no cigarro antes de atirá-lo ao chão e pisar em cima. A passos largos atravessa a rua e se ajoelha ao lado do corpo estendido na calçada. Ajeita o cabelo da morena que tantas vezes o excitou. Subitamente alguém lhe arranca de seus devaneios.&lt;br /&gt;- E aí amigo, precisando de ajuda? Quer que chame o resgate?&lt;br /&gt;- Não, obrigada. Não é nada grave. Minha namorada é hipoglicêmica e passou o dia todo sem comer. Você sabe o que as mulheres fazem para se manter em forma... Já pedi para meu irmão vir buscar a gente, obrigada.&lt;br /&gt;O desconhecido faz um leve aceno com a cabeça, gira nos calcanhares e some na noite. Antes de conseguir retomar suas memórias Eduardo é ofuscado pela luz de um farol de milha. A besta havia chegado. Vini ajuda Eduardo a colocar o corpo de Débora no banco de trás. Depois, cobrem o corpo, fecham a porta e saem com o carro.&lt;br /&gt;- E aí maluco, onde você descolou a morena?&lt;br /&gt;- Vini você não vai acreditar. Tava atravessando a cidade depois de tretar lá com o Zeca Malta sobre aquela grana que eu peguei emprestada com ele quando dei de cara com a vadia parecendo uma barata tonta do outro lado da rua. De repente, ela despencou na calçada. Já falou com o Alemão?&lt;br /&gt;- Fica tranqüilo que ele tá avisado. Deu boa noite pra princesa?&lt;br /&gt;- Tá me estranhando?! Dez anos na enfermaria do PS de Itaquera deixam qualquer um habilidoso. Assim que encostei nela apliquei uma dose de tranqüilizante. Pode ir com calma pra não chamar atenção pra besta.&lt;br /&gt;- Não vai dá não. O Alemão tá no turno só até as dez.&lt;br /&gt;- Merda. Justo hoje...&lt;br /&gt;165 quilômetros depois a besta atravessa os portões do hospital veterinário. Duas piscadas no farol e Alemão surge com a maca para transportar a morena, encolhida, coberta por um lençol, tal e qual animal morto.&lt;br /&gt;- E aí pessoal, o que vai ser? Rim ou fígado?&lt;br /&gt;- Saca logo os dois porque eu tô precisando de grana pra dar um cala-boca no Zeca Malta.&lt;br /&gt;Duas horas depois os três estão de volta na besta. Desta vez rumando de volta em direção à cidade.&lt;br /&gt;- E agora Rato, onde a gente vai deixar a morena?&lt;br /&gt;-  Vai lá pro PS de Itaquera. Lá nos fundos tem uma entrada que é só de funcionários. A essa hora a coisa tá bombando por lá. Ninguém vai reparar em dois caras entrando amparando uma mulher desmaiada. A gente deixa o corpo dela na espera e sai.&lt;br /&gt;Dito e feito. Algumas horas depois Rato e Vini entram novamente na besta e somem na noite. Com a cabeça escorada na parede, Débora permanece sentada na cadeira do PS. Só depois do sangue ensopar o vestido e começar a pingar pelo chão é que a moça da limpeza chama a atenção de um enfermeiro que corre de um lado para o outro do PS, tentando dar conta de tantos atendimentos.&lt;br /&gt;- Tem uma moça ferida lá na espera. Vai logo lá que tá vazando sangue pelo chão e eu não vou ficar limpando não.&lt;br /&gt;Ismael puxa Dagmar pelo braço e dá a ordem.&lt;br /&gt;- Limpar você pode até não limpar, mas vai me ajudar a colocar a moça na maca agora. Quem está com ela?&lt;br /&gt;Dagmar faz um não sei com a cabeça.&lt;br /&gt;- Vê se ela tem documentos?&lt;br /&gt;Dagmar tateia, mas não encontra nada. Mais uma vez o corpo de Débora é carregado, cortado e costurado. “Mais uma vítima de roubo de órgão”, pensa Ismael. “Só essa noite foram quatro.”&lt;br /&gt; Já é dia quando Débora desperta. A dor lancinante na barriga e o cheiro de éter no ar lhe dão náuseas. Abre os olhos e atônita percebe que está em uma espécie de hospital. Olha de uma lado para o outro mas só vê pessoas gemendo e dormindo. “Onde será que estou?”, pensa. Sem forças, chocada com a cena e com muita dor acaba desmaiando. Horas mais tarde acorda novamente. Desta vez com o barulho do telefone. Sem abrir os olhos, Débora tateia até encontrar o aparelho no criado-mudo.&lt;br /&gt;- Alô.&lt;br /&gt;- Porra Débora onde foi que você se enfiou?&lt;br /&gt;- Quem.&lt;br /&gt;- Como assim quem. Sou eu, o Rubens. Esqueceu que a gente marcou de jantar com os Toledo essa noite?&lt;br /&gt;Débora dá um pulo e senta na cama. Instintivamente levanta a blusa e apalpa a barriga. “Que alívio. Tudo não passou de um terrível pesadelo.”&lt;br /&gt;- Alô, Débora?&lt;br /&gt;- Desculpa Rubens, mas hoje eu não estou me sentindo muito bem.&lt;br /&gt;- E por que não avisou antes? Merda.&lt;br /&gt;Antes que Débora pudesse falar qualquer coisa ouve o sinal de que a ligação havia sido encerrada. Sentindo-se estranhamente aliviada e até mesmo feliz vai para o chuveiro e diz para si mesma: “Esta noite eu só quero um banho quente e a companhia de um bom livro.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-6467937541771061112?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/6467937541771061112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=6467937541771061112' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/6467937541771061112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/6467937541771061112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/achados-e-perdidos-verso-completa.html' title='Achados e Perdidos - versão completa'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-7600339710979484914</id><published>2008-05-23T23:34:00.003-03:00</published><updated>2008-05-28T17:38:40.253-03:00</updated><title type='text'>O olho</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-96SUxYI/AAAAAAAAAHE/2zOcsTnznZ4/s1600-h/003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203767496533132674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-96SUxYI/AAAAAAAAAHE/2zOcsTnznZ4/s320/003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-7600339710979484914?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/7600339710979484914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=7600339710979484914' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7600339710979484914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7600339710979484914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/o-olho_23.html' title='O olho'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-96SUxYI/AAAAAAAAAHE/2zOcsTnznZ4/s72-c/003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-2930399077424876162</id><published>2008-05-23T23:33:00.004-03:00</published><updated>2008-05-23T23:43:53.987-03:00</updated><title type='text'>O visível e o invisível</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-j6SUxXI/AAAAAAAAAG8/XOb7bZmWa8g/s1600-h/002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203767049856533874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-j6SUxXI/AAAAAAAAAG8/XOb7bZmWa8g/s320/002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-2930399077424876162?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/2930399077424876162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=2930399077424876162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2930399077424876162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2930399077424876162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/o-visvel-e-o-invisvel_23.html' title='O visível e o invisível'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-j6SUxXI/AAAAAAAAAG8/XOb7bZmWa8g/s72-c/002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-4071380408980027267</id><published>2008-05-23T23:31:00.004-03:00</published><updated>2008-05-23T23:42:35.534-03:00</updated><title type='text'>Olhar</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-K6SUxWI/AAAAAAAAAG0/rUBz3232sWE/s1600-h/001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203766620359804258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-K6SUxWI/AAAAAAAAAG0/rUBz3232sWE/s320/001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-4071380408980027267?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/4071380408980027267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=4071380408980027267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4071380408980027267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4071380408980027267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/olhar_23.html' title='Olhar'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDd-K6SUxWI/AAAAAAAAAG0/rUBz3232sWE/s72-c/001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-99289532545005390</id><published>2008-05-23T22:38:00.010-03:00</published><updated>2008-05-24T00:04:01.583-03:00</updated><title type='text'>Interrogação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdynqSUxMI/AAAAAAAAAFk/6yyx6LjkUac/s1600-h/Interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203753920141509826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdynqSUxMI/AAAAAAAAAFk/6yyx6LjkUac/s400/Interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quando tinha mais ou menos sete anos mamãe vivia falando que eu fazia muitas perguntas porque estava na fase dos porquês?&lt;br /&gt;- Por que papai vai chegar tarde hoje?&lt;br /&gt;- Por que eu não posse ter esse brinquedo?&lt;br /&gt;- Por que no primeiro dia de aula a professora sempre pede para a gente escrever sobre o que fizemos nas férias?&lt;br /&gt;- Por que a minha blusa tem que ser igual a da minha irmã se nós não somos gêmeas?&lt;br /&gt;Os anos passaram, mas as perguntas continuam em busca de respostas.&lt;br /&gt;À noite, no mundo especial, ao lado dos pioneiros, observados pelos guardiões, os questionamentos continuam a perseguição de respostas...&lt;br /&gt;- Por que você escreve?&lt;br /&gt;- O que você não tem?&lt;br /&gt;- O que é mais importante para você?&lt;br /&gt;- O que estamos projetando ao mundo?&lt;br /&gt;- Qual a sua missão?&lt;br /&gt;- No que você acredita? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;- Defina, o que é felicidade para você?&lt;br /&gt;- Você se sente confortável sendo você mesmo?&lt;br /&gt;- Qual o sentido de tudo isso?&lt;br /&gt;E você aí sentado em frente a esse computador por que me lê? Por acaso crê que haja algo nessas linhas que servirão como lenitivo e darão sentido ao seu próprio ser? Por que?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-99289532545005390?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/99289532545005390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=99289532545005390' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/99289532545005390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/99289532545005390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/interrogao.html' title='Interrogação'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdynqSUxMI/AAAAAAAAAFk/6yyx6LjkUac/s72-c/Interroga%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-3104772512002653354</id><published>2008-05-23T22:14:00.004-03:00</published><updated>2008-05-23T23:57:10.323-03:00</updated><title type='text'>Achados e Perdidos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdtEKSUxJI/AAAAAAAAAFM/KXygxfDe-JQ/s1600-h/chuva+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203747812698014866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdtEKSUxJI/AAAAAAAAAFM/KXygxfDe-JQ/s320/chuva+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Depois de algumas horas na fila, com as mãos trêmulas e geladas e o coração batendo descompassado, Débora tenta esconder o suor frio que insiste em rolar pela sua testa e com um fio de voz se dirige a esquálida figura atrás do balcão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;- Moça, perdi minh’alma. Por acaso tem alguma sobrando por ai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cada louco que me aparece por aqui” pensa Isabel. “Ainda bem que é véspera de feriado e o Jackson hoje vai vir me buscar pra me levar bem longe desse inferno.” Dá mais uma tragada profunda na bituca de cigarro presa entre seus dedos com unhas muito compridas, como garras, pintadas de vermelho carmim quase negro. Solta a baforada e responde à figura quase humana do outro lado do balcão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não meu bem. Nem a sua nem a de mais ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Débora sai andando, claudicante, apoiando-se na parede e lembrando daquela maldita noite. “Onde eu estava com a cabeça”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias atrás, em estado de fúria, Débora clamou a Deus que a matasse, mas que lhe desse a oportunidade da visita aos entes queridos. Afinal, Deus pode fazer tudo o que bem entende na hora que melhor lhe aprouver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não pode ser. Isso só pode ser coisa do capeta. Mas isso seria muito clichê. Será que fui eu que me livrei dela como quem se livra de um pedinte na janela do carro em sinal fechado? Será que ela ficou presa no mundo comum? Porque essa história de mundo especial, cliente especial, cheque especial. Tudo isso é uma farsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Completamente em transe, Débora escorrega sem perceber no que, bate a cabeça e cai na calçada. Já está de noite e uma leve garoa começa a cair pela cidade. Os transeuntes não se incomodam com o corpo estendido no chão. "Essa aí deve estar drogada”, pensa a maioria que por ventura atravessa a rua e se depara com a cena. “Qual seria a razão desse completo abando do seu próprio eu”, refle um senhor em passos rápidos rumo ao metrô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso Débora finalmente volta a se sentir como aquela menina que fora outrora. Sente-se leve, livre, quase feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Será que consegui voltar ao mundo comum? Não consigo abrir os olhos, mas ouço passos. Quem será? Será que resolveram devolver minh’alma? Não consigo me mover. Sinto frio. Será que morri?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Quer saber se Débora consegue recuperar sua alma? Aguarde o próximo capítulo de Achados e Perdidos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-3104772512002653354?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/3104772512002653354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=3104772512002653354' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3104772512002653354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3104772512002653354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/achados-e-perdidos.html' title='Achados e Perdidos'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SDdtEKSUxJI/AAAAAAAAAFM/KXygxfDe-JQ/s72-c/chuva+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-5436496550203968502</id><published>2008-05-19T12:32:00.006-03:00</published><updated>2008-05-19T12:39:22.862-03:00</updated><title type='text'>SPC - Parte II</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Humildade não é um esforço, é um suave domínio da alma.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;(Autor desconhecido)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(José Roberto Ribeiro - meu pai)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Bola da Vida&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Viver a vida é como jogar uma bola na parede.&lt;br /&gt;Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul.&lt;br /&gt;Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde.&lt;br /&gt;Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca.&lt;br /&gt;Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.&lt;br /&gt;Por isso, nunca “jogue uma bola na vida” de forma que você não esteja pronto a recebê-la de volta.&lt;br /&gt;A vida não dá nem empresta. Não se comove nem se apieda.&lt;br /&gt;Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Analogia feita por Albert Einstein...pelo menos é o que dizem por aí)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-5436496550203968502?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/5436496550203968502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=5436496550203968502' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/5436496550203968502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/5436496550203968502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/spc-parte-ii.html' title='SPC - Parte II'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-5318841014644331625</id><published>2008-05-18T00:16:00.006-03:00</published><updated>2008-05-18T00:25:17.452-03:00</updated><title type='text'>Resgatando meu SPC</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201552867016249426" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SC-gxgbrEFI/AAAAAAAAAE0/XA4u7ZbtL-o/s200/146180.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Hoje à tarde meu marido me mostrou o livro que resgatou na casa da sua mãe pensando que talvez eu pudesse querer relê-lo, em função da Pós. Trata-se de Clara do Anjos de Lima Barreto. O curioso desse episódio é que fui à estante resgatar outros livros que li ainda menina da mesma coleção. Ao lado deles encontrei diversos títulos dos quais era apaixonada. Relendo um deles, chamado Sandra na Terra do Antes, de Fausto Wolff, encontrei pérolas que compartilho com vocês abaixo, meio que resgatando meu sistema pessoal de convicções. Voilà!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Repentinamente, o silêncio caiu sobre o jardim, mas caiu sem se machucar, pois ele é como o vento: pode machucar, mas não se machuca.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Ora, não importa o que somos se somos felizes com aquilo que acreditamos ser.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O dia seguinte presenteou o mundo com uma dessas manhãs tão bonitas que os seres humanos certamente perceberiam caso não estivessem tão interessados em vencer na vida em vez de vivê-la e assim compreendê-la.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“O Sol se recusa a deixar sua casa antes da chegada da noite.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “...eu vim aqui para perguntar-lhe se o senhor não se incomodaria em ser devorado.” (pergunta feita pelo Papai-Pardal à minhoca Sir William Shakespeare)&lt;br /&gt;- ”Ora, ora, ora, mas será um prazer ser devorado por um gentleman como o senhor, uma pessoa de rara sensibilidade que tão bem soube apreciar a minha arte”...”Aliás, ser devorado é o destino de todos os escritores, poetas, autores teatrais e de mais a mais, ser um artista não é uma simples profissão séria como nos bons e vehos tempos da Rainha Elizabeth.”&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse livro, Fausto Wolf traz uma série de notas ao final explicando o que é e quem são as personalidades famosas citadas por ele nessa história infantil, personalidades como William Shakespeare, Edgar Alann Poe, Hieronymus Bosh, Nostradamus, Arthur Conan Doyle, Antoine de Saint-Exupery, Sigmund Fred, Hans Christian Andersen, os Irmão Grimm, Lewis Carrol, Karl Marx, entre outros. E o mais curioso de tudo nessa história é que, resumindo bem, trata-se de uma forma de contar como as crianças nascem. Vale à pena! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;O interessante em reler esse livro agora fazendo uma leitura mais atenta, adulta e com um olhar iniciante de escritora é que dá para perceber claramente que o autor fala da vida dele, o que mais uma vez comprova o que o Gabriel sempre fala na aula “Nós somos aquilo que escrevemos. Nós escrevemos aquilo que somos.” &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-5318841014644331625?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/5318841014644331625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=5318841014644331625' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/5318841014644331625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/5318841014644331625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/resgatando-meu-spc.html' title='Resgatando meu SPC'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SC-gxgbrEFI/AAAAAAAAAE0/XA4u7ZbtL-o/s72-c/146180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-4972565131828657031</id><published>2008-05-18T00:01:00.009-03:00</published><updated>2008-05-18T00:16:07.226-03:00</updated><title type='text'>Frutos da Vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SC-e8gbrEDI/AAAAAAAAAEk/8Za3xtWxpB0/s1600-h/cesta_frutas.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201550856971554866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SC-e8gbrEDI/AAAAAAAAAEk/8Za3xtWxpB0/s320/cesta_frutas.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Certa vez me pediram para escrever um texto que seria impresso em um tag que acompanharia uma pequena cesta de frutas entregue como brinde de uma campanha de comunicação sobre um projeto de sustentabilidade de uma empresa cliente da agência. Isso foi há mais de dois anos . Acabei gostando muito do resultado final e por isso reproduzo o texto abaixo para compartilhar essa criação com vocês.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Na natureza nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma”. Essa frase, formulada pelo cientista Antoine Laurent de Lavoisier em 1789 e transformada em Lei da Conservação da Massa na Química, poderia muito bem ser aplicada a esta cesta de frutas típicas do Brasil. Você duvida? Então pare e pense.&lt;br /&gt;Na natureza existe um equilíbrio perfeito. Com toda sua beleza, cor e sabor, as frutas carregam em seu interior sementes, responsáveis por assegurar a preservação das espécies. Os animais, em especial as aves, comem as frutas e se encarregam de espalhar as sementes, dando origem a novas árvores, ou seja, dando origem à vida. Portanto, neste processo nada se perdeu. Tudo se transformou.&lt;br /&gt;As aves não necessitam fazer nenhum esforço para realizar essa tarefa, pois faz parte da natureza delas. Essa atitude pode parecer simples, mas garante a sustentabilidade das gerações futuras de aves. Logo, da sobrevivência da fauna e da flora. Explico. Ao espalhar as sementes, as aves e demais animais garantem a semeadura de novas árvores que darão seus frutos, reiniciando o ciclo.&lt;br /&gt;Assim como acontece com as aves, ao desempenhar o papel de voluntário, nós serem humanos assumimos a função de agentes de transformação social. Nossa função: prestar serviços não remunerados em benefício da comunidade. Logo, em favor da continuidade da vida em sociedade. Como disse a Comissão Brudtland, “o desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade de as futuras gerações atenderem às suas próprias necessidades”.&lt;br /&gt;Agora que você já entendeu a relação existente entre esta cesta de frutas, a lei de Lavoisier, o desenvolvimento sustentável e o Projeto XXXXXXXXX, aproveite para se deliciar com as frutas típicas nacionais desta cesta e, voluntariamente, lembre-se de jogar as sementes em solo fértil. Afinal, na natureza nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma. E isto é o princípio da sustentabilidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-4972565131828657031?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/4972565131828657031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=4972565131828657031' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4972565131828657031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4972565131828657031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/frutos-da-vida.html' title='Frutos da Vida'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SC-e8gbrEDI/AAAAAAAAAEk/8Za3xtWxpB0/s72-c/cesta_frutas.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-2820952184128454139</id><published>2008-05-02T17:32:00.005-03:00</published><updated>2008-05-02T17:48:06.526-03:00</updated><title type='text'>Em busca do blog perdido</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBt9QeSp8MI/AAAAAAAAAEE/u_Hs8Tc5UOs/s1600-h/992762_keyboard_white_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195884317064687810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBt9QeSp8MI/AAAAAAAAAEE/u_Hs8Tc5UOs/s400/992762_keyboard_white_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Procura-se o blog do Luizinho.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ele foi perdido na blogsfera durante os três passos básicos da chamada fase de concepção. Luizinho ainda não havia definido layout nem terminado de fazer suas configurações pessoais no blog perdido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mal havia preenchido por completo uma postagem, quando, de repente, o micro travou, a janela fechou, a conexão se perdeu, a bateria arriou e lá se foi o blog do Luizinho sem identidade definida vagar pela rede entre milhares de blogs e trashs existentes na rede.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Gritou ele: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt; Maldito computador! &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quem por ventura localizar o blog capenga do Luizinho, mande um post para o blog que vos fala com o caminho a ser trilhado até chegar nele. Luizinho oferece boa quantidade de crédito para surfar em lan house ou cyber café de sua preferência, como gratificação significativa pela captura. Por isso, deixe seus dados.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBt6-OSp8LI/AAAAAAAAAD8/WVRUDcaBrU0/s1600-h/753890_intubation_2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-2820952184128454139?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/2820952184128454139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=2820952184128454139' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2820952184128454139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2820952184128454139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/em-busca-do-blog-perdido.html' title='Em busca do blog perdido'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBt9QeSp8MI/AAAAAAAAAEE/u_Hs8Tc5UOs/s72-c/992762_keyboard_white_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-95094406273907036</id><published>2008-05-02T15:24:00.005-03:00</published><updated>2008-05-02T15:37:37.702-03:00</updated><title type='text'>Intermitências...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Fique?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;- Agora é tarde.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Fique... Suspenderam a viagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;- Nada é em vão.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Então vai mesmo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;- Vou!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Volta?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;- Quem sabe um dia.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-95094406273907036?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/95094406273907036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=95094406273907036' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/95094406273907036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/95094406273907036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/intermitncias.html' title='Intermitências...'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-3734158527183787070</id><published>2008-05-02T15:01:00.010-03:00</published><updated>2008-05-02T15:24:19.877-03:00</updated><title type='text'>Gangorra</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBtaAOSp8HI/AAAAAAAAADU/dmBuEZ5cuYc/s1600-h/Placa+gangorra.jpg"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195845554984841330" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBtaAOSp8HI/AAAAAAAAADU/dmBuEZ5cuYc/s320/Placa+gangorra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBtZ2uSp8GI/AAAAAAAAADM/N2Mu5Xq2qeo/s1600-h/Placa+gangorra.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mundo vai, gen&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;te volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Mar vai, c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;huva volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Luz vai, n&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;oite volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Alegria vai, d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;or volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Vai e volta, vai e volta...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Prazer vai, s&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;olidão volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Som vai, c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;ulpa volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Dom vai, b&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;ranco volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Palavra vai, p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;oeta volta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Vai e volta, vai e volta....&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-3734158527183787070?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/3734158527183787070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=3734158527183787070' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3734158527183787070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3734158527183787070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/05/gangorra.html' title='Gangorra'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SBtaAOSp8HI/AAAAAAAAADU/dmBuEZ5cuYc/s72-c/Placa+gangorra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-7452292339304103265</id><published>2008-04-23T01:07:00.002-03:00</published><updated>2008-04-23T01:09:20.496-03:00</updated><title type='text'>Conjecturando...</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Opinião é a forma que cada um tem de expressar suas idéias. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua opinião é a coisa mais parcial que existe sobre a face da Terra. Ela merece todo o respeito. Afinal, todo mundo tem direito a ter uma opinião formada sobre todas as coisas. Mas daí a qualquer pessoa acatar a sua opinião como verdade absoluta, isso depende única e exclusivamente da escolha da pessoa que optar por acatá-la ou não.&lt;br /&gt;E opinião tem tudo a ver com escolhas. Se alguém vira para você e diz “na minha opinião a vida é uma só”, mas você escolheu acreditar em reencarnação e na eternidade da alma, a opinião dessa pessoa é nula. Se alguém vira para você e diz que acredita na pena de morte e você não, a opinião desse alguém não tem o menor significado para você. E assim segue a vida.&lt;br /&gt;A sua opinião depende do seu referencial, do seu histórico de vida, do seu repertório, das suas escolhas, da sua bibliografia. Por isso, nada mais limitado do que o seu parecer sobre qualquer assunto. E isso acontece porque todos nós somos seres limitados a nossa própria existência.&lt;br /&gt;A melhor parte de se ter uma opinião não é tê-la em si, mas o ato do compartilhá-la. É nessa partilha que reside toda a beleza de se ter uma opinião. Discorrer sobre ela, discordar dela, argumentar sobre ela, defendê-la, viver com ela, morrer por ela...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-7452292339304103265?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/7452292339304103265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=7452292339304103265' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7452292339304103265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/7452292339304103265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/04/conjecturando.html' title='Conjecturando...'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-167652098263454662</id><published>2008-04-20T23:37:00.002-03:00</published><updated>2008-04-20T23:43:35.462-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Algo me diz qualquer coisa...o resto é silêncio..."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Paulo Bonfim&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-167652098263454662?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/167652098263454662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=167652098263454662' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/167652098263454662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/167652098263454662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/04/algo-me-diz-qualquer-coisa.html' title=''/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-315292299477784466</id><published>2008-04-20T23:36:00.000-03:00</published><updated>2008-04-20T23:37:12.960-03:00</updated><title type='text'>Amargo o fel que lhe estanca a vida</title><content type='html'>O interfone toca, a porta abre, ele entra. Acompanhando seu belo sorriso sincero e aquele brilho vívido no olhar, um pequeno vaso com uma rosa vermelha intensa. Ele caminha em sua direção com entusiasmo, a abraça e a beija com um ardor de milhares de palavras que pipocam em sua mente.&lt;br /&gt;Ela, por sua vez, abre uma brecha em suas vísceras em chamas para tocar o doce aroma da vida. A presença dele ali, com todo o seu amor, naquele momento de ódio intenso, a faz repensar que a vida é muito mais do que aquele gosto amargo de fel. E então ela reúne tudo o que lhe pertence e vai com ele celebrar a vida.&lt;br /&gt;Horas mais tarde, rodeada de amigos, copos, palavras, risadas e banhada de álcool, ela volta a sentir a terrível dor do ódio não extravasado que lhe corrói as vísceras. E a dor latente fica a lembrar-lhe a todo instante que a intensidade da emoção que quase a dominou precisa também sair para beber a noite e se unir à vida.&lt;br /&gt;E tudo termina (será que de fato termina?) em meio ao caos e ao abraço amigo. A tormenta se vai, mas as águas continuam turvas, vagando agitadas, porém contidas. Até quando? Será que é possível controlar a intensidade das águas durante uma tsunami? Quando o chão se abre no subterrâneo do seu recôndito mais íntimo, será que essa mesma água em fúria consegue salvaguardar do seu ímpeto aqueles que não se acham de encontro ao seu eu? Só Deus sabe...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-315292299477784466?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/315292299477784466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=315292299477784466' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/315292299477784466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/315292299477784466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/04/amargo-o-fel-que-lhe-estanca-vida.html' title='Amargo o fel que lhe estanca a vida'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-4270117045979037145</id><published>2008-04-16T23:09:00.004-03:00</published><updated>2008-05-12T13:38:22.776-03:00</updated><title type='text'>Regras… Por que tê-las? Por que lê-las ? Por que seguí-las?</title><content type='html'>Quem me conhece de perto sabe que eu não trabalho (leia-se: escrevo) sem ter ao meu lado o apoio do Manual de Redação e Estilo do Estado de S.Paulo, assinado pelo recém-falecido Eduardo Martins.&lt;br /&gt;Alguns amigos até me dizem que esse Manual é a minha Bíblia. Eu não gosto de regras, mas também não sou contra elas. Afinal, não conseguiríamos vivem em sociedade se não houvesse o mínimo senso comum.&lt;br /&gt;Mas confesso que essa história de “por que isso?”... “por que aquilo?”... às vezes me cansa. O motivo é simples, quanto mais profundamente eu penso no por quê das coisas mas eu vejo que há uma grande perda de tempo em se debruçar sobre questões efêmeras que, no fundo, no fundo, não fazem a menor diferença para o ser. Isso mesmo, o ser. Porque o ser em si é eterno, mas a humanidade é efêmera.&lt;br /&gt;Enfim, nas outras vezes em que paro e penso nesses mesmos porquês percebo que a grande maioria das coisas é como é porque tem de ser assim e ponto. Mania da gente de complicar o que é simples.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-4270117045979037145?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/4270117045979037145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=4270117045979037145' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4270117045979037145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4270117045979037145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/04/regras-por-que-t-las-por-que-l-las-por.html' title='Regras… Por que tê-las? Por que lê-las ? Por que seguí-las?'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-4880822187934107543</id><published>2008-04-16T16:58:00.001-03:00</published><updated>2008-04-16T16:59:41.194-03:00</updated><title type='text'>Por que escrevo?</title><content type='html'>Para me livrar de mim mesma.&lt;br /&gt;É quase um "pretencilho", ou seja, um pretexto e um empecilho.&lt;br /&gt;O neologismo não é de minha autoria, mas isso é uma outra história...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-4880822187934107543?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/4880822187934107543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=4880822187934107543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4880822187934107543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/4880822187934107543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/04/por-que-escrevo.html' title='Por que escrevo?'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-145279674602199642</id><published>2008-03-18T12:33:00.005-03:00</published><updated>2008-03-18T21:30:52.832-03:00</updated><title type='text'>Ao mestre com carinho</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179105858497830370" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9_hVpXoXeI/AAAAAAAAACA/tqCgLuPCnnk/s320/838285_89620550.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Encontros e Despedidas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mande notícias do mundo de lá&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diz quem fica&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Me dê um abraço venha me apertar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tô chegando&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coisa que gosto é poder partir sem ter planos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Melhor ainda é poder voltar quando quero&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todos os dias é um vai-e-vem&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A vida se repete na estação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente que chega pra ficar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente que vai pra nunca mais&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente que vem e quer voltar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente que vai querer ficar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente que veio só olhar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tem gente a sorrir e a chorar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E assim chegar e partir&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;São só dois lados da mesma viagem&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O trem que chega&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É o mesmo trem da partida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A hora do encontro é também despedida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A plataforma dessa estação&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É a vida desse meu lugar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9_jaZXoXfI/AAAAAAAAACI/ppq5puGonHg/s1600-h/aartedapalavrasombra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179108139125464562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9_jaZXoXfI/AAAAAAAAACI/ppq5puGonHg/s320/aartedapalavrasombra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa música dá bem o tom a esse momento mais de “reencontro” que de “despedidas” Há exatos cinco anos e cinco meses me encantei por um livro chamado “A Arte da Palavra” de Gabriel Perissé. Meu dia-a-dia era outro nessa época. Já existia em mim uma vontade latente de me tornar escritora, mas não imaginava que teria a oportunidade, como tive este mês, de participar de uma Oficina sobre a "Formação inicial de escritores” e de compartilhar ao vivo e em cores das citações e crenças do Perissé.&lt;br /&gt;Queria deixar aqui no Epyphanias gravado em alto e bom som que eu faço parte do leitorado do Perissé e que mais que uma leitora sou uma releitora de seu livro. E relendo “A Arte da Palavra” pude me encontrar em vários trechos e recordar outros tantos ditos durante a Oficina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-145279674602199642?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/145279674602199642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=145279674602199642' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/145279674602199642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/145279674602199642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/ao-mestre-com-carinho.html' title='Ao mestre com carinho'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9_hVpXoXeI/AAAAAAAAACA/tqCgLuPCnnk/s72-c/838285_89620550.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-6382208167546877486</id><published>2008-03-13T21:52:00.007-03:00</published><updated>2008-03-13T22:16:33.221-03:00</updated><title type='text'>Cinza da cor da saudade</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9nR5pXoXdI/AAAAAAAAAB4/zVnQd-VSCMM/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177400034926812626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9nR5pXoXdI/AAAAAAAAAB4/zVnQd-VSCMM/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9nPQZXoXbI/AAAAAAAAABo/nPct72G9d-w/s1600-h/1930870731.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;Igual a cor dos olhos do avô morto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao céu desta quinta chuvosa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;à poluição asfixiante&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;à morte iminente e libertária&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao grafite&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;a moeda&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao asfalto&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao veículo a minha frente&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao pó&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ao cabelo daquela idosa na esquina&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E assim tudo acaba em pó&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É a morte&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas será que a morte não começa ao acordarmos e termina ao irmos dormir?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que venha o sonho libertário e doce e devolva as cores sequestradas desta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-6382208167546877486?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/6382208167546877486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=6382208167546877486' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/6382208167546877486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/6382208167546877486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/cinza-da-cor-da-saudade.html' title='Cinza da cor da saudade'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9nR5pXoXdI/AAAAAAAAAB4/zVnQd-VSCMM/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-3909713751630821340</id><published>2008-03-13T01:41:00.003-03:00</published><updated>2008-03-13T02:20:35.949-03:00</updated><title type='text'>O dilema do ser e do nome (fragmento)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i5m5XoXZI/AAAAAAAAABY/tWs7603b2q0/s1600-h/Nome+na+l%C3%A1pide.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177091849548488082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i5m5XoXZI/AAAAAAAAABY/tWs7603b2q0/s320/Nome+na+l%C3%A1pide.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;São duas e dez da madrugada. A bolsa estoura. As pessoas começam a correr de um lado para outro. Não dá mais para esperar. É chegado o momento. A dor é inevitável. Depois de vários quilômetros e algumas contrações eis que chegamos ao local consagrado. A equipe de anestesistas está bêbada de champanhe. Afinal, é Natal! Nenhum médico em sã consciência marcaria uma cesárea para o Natal. Mas estamos no início da década de setenta. Época em que não existe ultrasonografia. Qualquer previsão a respeito do nascimento de um bebê nos anos setenta não passa de mera especulação. Pior que previsão meteorológica. Mas assim como acontece com o clima e com um fruto quando está maduro, é a vontade da natureza que prevalece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em virtude da época do ano e do acontecimento, nada mais lógico e condizente do que receber o nome de Natália. Mas....tem sempre de ter um “mas” em toda história, não é mesmo?! E nesse caso foi papai quem fez valer sua vontade ao registrar-me com o nome de Renata. O nome até que é sugestivo. Afinal, Renata significa “aquela que renasce a cada dia”. Mas isso não combinaria mais com a Páscoa do que com o Natal? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, Renata em si é um nome que não pede complemento. Pelo menos na opinião da grande maioria da população. Mas para meu pai só Renata não bastava. Renata Roberta seria a melhor opção. Na opinião dele, é claro. Combina com seu próprio nome José Roberto. E também dá continuidade à escolha do nome da minha irmã mais velha Siomara Roberta, sendo que o primeiro nome dela veio de um livro de ficção científica que ele leu. E assim vai sendo formada a dupla de “fulanas Roberta de tal”. No fundo no fundo acho que Renata foi o nome de alguma paixão platônica dele. Vai saber se não era outra personagem de ficção científica... Agora é tarde para perguntar. Papai morreu e minha mãe não sabe ou não se lembra qual a origem do nome Renata. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-3909713751630821340?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/3909713751630821340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=3909713751630821340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3909713751630821340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/3909713751630821340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/o-dilema-do-ser-e-do-nome-fragmento.html' title='O dilema do ser e do nome (fragmento)'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i5m5XoXZI/AAAAAAAAABY/tWs7603b2q0/s72-c/Nome+na+l%C3%A1pide.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-2363401729122424960</id><published>2008-03-13T01:37:00.002-03:00</published><updated>2008-03-13T02:21:34.118-03:00</updated><title type='text'>Conta Outra (fragmento)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i50JXoXaI/AAAAAAAAABg/6SZgkruLmWM/s1600-h/Livraria+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177092077181754786" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i50JXoXaI/AAAAAAAAABg/6SZgkruLmWM/s320/Livraria+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Toda vez que entro em uma livraria quase enlouqueço com tanta gente falando ao mesmo tempo. São personagens correndo de um lado para outro em suas roupas pra lá de esquisitas. Parece até uma festa a fantasia. Isso sem contar os autores dessas criaturas. Os que ficam nas estantes em destaque, aquelas que ficam logo em frete à porta deitam-se sobre as capas em exposição como se estivessem tomando sol na praia. E o que é pior. Não param de tentar me convencer de que eles são a minha melhor opção. Que têm causos interessantíssimos para me contar. Que vão mudar a minha vida ao me ensinar um segredo. Teve até um que veio me dizendo que “eu poderia levá-lo para cama que ele me levaria à loucura”. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Ah, fala sério. Depois eu é que sou louca... &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Mas esses não são os piores. Esses até falam menos que aqueles que ficam nas estantes das seções onde só a lombada com o título e o nome do autor aparece. Esses sim agem como presidiários atrás das grades gritando por liberdade. Às vezes a gritaria é tamanha que parece mais pregão da bolsa de valores. Teve uma vez que um deles quase me convenceu a libertá-lo, mas me dei conta a tempo que estava sob o efeito da Síndrome de Estocolmo. Corri e me refugiei na seção infanto-juvenil, mas quase fui atropelada por um urso polar enorme. Sem perceber acabei na seção de literatura estrangeira. Eram russos, ingleses, espanhóis, italianos, franceses e portugueses falando ao mesmo tempo. Uma verdadeira torre de babel. Mas esses nem ligaram para mim. Estavam discutindo entre eles qual representava mais para a cultura do seu país. Aproveitei que eles não me notavam e parei um pouco para descansar da balbúrdia. Foi quando aviste uma família saindo do caixa acompanhada por três volumes: o volume mais recente de Harry Potter, as Crônicas de Nárnia e A Bússola de outro. Eram corujas, ursos, leões, mágicos, rainhas, crianças, enfim, uma infinidade de personagens que fiquei imaginando como a família iria fazer para transportar tanta gente para casa.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-2363401729122424960?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/2363401729122424960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=2363401729122424960' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2363401729122424960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/2363401729122424960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/conta-outra-fragmento.html' title='Conta Outra (fragmento)'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i50JXoXaI/AAAAAAAAABg/6SZgkruLmWM/s72-c/Livraria+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-8782536963288089924</id><published>2008-03-13T01:14:00.003-03:00</published><updated>2008-03-13T01:37:08.933-03:00</updated><title type='text'>Libertando a escritora que há em mim</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;color:#663333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9isF5XoXWI/AAAAAAAAAA4/hALxEbqK4I0/s1600-h/GrupoEscritores.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177076988961643874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9isF5XoXWI/AAAAAAAAAA4/hALxEbqK4I0/s320/GrupoEscritores.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9irP5XoXVI/AAAAAAAAAAw/u50lhWVNXx0/s1600-h/GrupoEscritores.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#663333;"&gt;&lt;strong&gt;Da esquerda para a direita, à frente: eu, Alessandra, Andréa, Soraya e Janice. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#663333;"&gt;&lt;strong&gt;Atrás: Peterso (sem "n" mesmo), Jacqueline, o mestre Gabriel Perissé e Rinaldo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Existem momentos na vida que são libertários. O curso &lt;em&gt;Formação inicial de escritores&lt;/em&gt;, concluído nesta terça, foi um desses momentos. Aliás, foi o que me inspirou a criar o &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Epyphanias&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Agora aguenta!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-8782536963288089924?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/8782536963288089924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=8782536963288089924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8782536963288089924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/8782536963288089924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/libertando-escritora-que-h-em-mim.html' title='Libertando a escritora que há em mim'/><author><name>Renata R. Ribeiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/SHlEDSVVvNI/AAAAAAAAAJU/x7bEFwNOur0/S220/IMG_0639.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9isF5XoXWI/AAAAAAAAAA4/hALxEbqK4I0/s72-c/GrupoEscritores.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6800335296175362053.post-589063924253334168</id><published>2008-03-12T21:01:00.002-03:00</published><updated>2008-03-13T02:18:52.498-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i44JXoXXI/AAAAAAAAABI/yq9quHh4zs0/s1600-h/M%C3%A3os.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177091046389603698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_g1UPuTJawJ8/R9i44JXoXXI/AAAAAAAAABI/yq9quHh4zs0/s320/M%C3%A3os.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Epifania&lt;/strong&gt; é uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo. O termo é usado nos sentidos filosófico e literal para indicar que alguém "encontrou a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem completa" do problema. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A "epifania" é utilizada para designar um pensamento inspirado e iluminante, que parece ser divino em natureza. No sentido literário, a "epifania" é um momento privilegiado de revelação, quando acontece um evento ou incidente que "ilumina" a vida da personagem.&lt;br /&gt;E é exatamente esse o meu momento. Bem-vindos ao &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Epyphanias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6800335296175362053-589063924253334168?l=epyphanias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epyphanias.blogspot.com/feeds/589063924253334168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6800335296175362053&amp;postID=589063924253334168' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/589063924253334168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6800335296175362053/posts/default/589063924253334168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epyphanias.blogspot.com/2008/03/epifania-uma-sbita-sensao-de-realizao.html' title=''/><author><name>Renata R. 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